Peixes

Tubarão branco

O tubarão branco, o tristemente célebre (Carcharodon carcharias) é o  maior predador existente no mar na actualidade. Um tubarão-branco pode atingir 7,5 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas. Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que neles existam populações  das suas presas favoritas, em particular focas e leões marinhos.

 

Tubarão touro

O tubarão-touro ou tubarão de cabeça-chata, também pode  atacar os homens por erro de identificação pois pode considerar a sua vítima como invasora, dado ser um tubarão muito territorialista. Mesmo que o ser humano não se aperceba, o tubarão pode  sentir-se acuado ou julgar que a sua área territorial está a ser invadida pela presença humana. Essa é, nesta espécie a razão fundamental do ataque. Este tipo de tubarão frequenta também todos os mares tropicais.

 

Tubarão tigre

 Este tubarão é depois do grande tubarão branco, um dos mais agressivos e vorazes e torna-se extremamente perigoso para os banhistas, nas praias africanas. É um tubarão que habita as águas tropicais e que pode atingir grandes proporções físicas. Chega a medir 6 m de comprimento, possuindo um corpo robusto, uma cabeça larga e achatada  e um focinho curto e arredondado. Tem uma cor cinza escuro ou cinza acastanhado com manchas escuras verticais, donde lhe vem o nome de tubarão tigre

 

Tubarão martelo

O tubarão-martelo é um dos vários géneros de tubarões que nadam nos mares tropicais de Angola. É assim apelidado devido ao facto da sua cabeça ter uma configuração que nos faz lembrar um martelo. É nas duas extremidades desta cabeça que se situam os olhos e as narinas do animal. É um predador agressivo que consome na sua dieta habitual, peixes, cefalópodes e raias e canibaliza tubarões mais pequenos. Tem um comportamento gregário pois agrupa-se em cardumes numerosos.

 

Mero

O Mero é um  peixe de grandes proporções dotado de olhos grandes e uma boca enorme,  circundada por uns lábios  grossos. É um peixe muito voraz e territorial. É uma espécie muito emblemática que tem sido objecto de muitos estudos científicos e reportagens, mas que continua  a manter muitos segredos por desvendar. Existem muitas espécies de meros, cerca de 400. Algumas espécies chegam a alcançar tamanhos quase incríveis, havendo exemplares que podem chegar a ter  cerca de 2 m de comprimento e alcançar o peso de mais de 300 kg.

Pargo - Lutjanus agennes

 

Muito comuns ao longo de toda a Costa angolana, os pargos frequentam fundos rochosos, podendo também ser encontrados em regiões estuarianas, com água salobra. Com a coloração do corpo passando por tons de cinza, castanho e vermelho.

Durante a sua fase jovem alimentam-se de peixes, moluscos, crustáceos e outros seres marinhos, tornando-se mais piscívoros quando adultos. Embora tenham o hábito de se alimentar à noite, quando ficam mais activos, os pargos podem perfeitamente ser capturadas durante o dia.

Para a sua pesca devem ser usados equipamentos médios, com linhas variando de 17 a 50 lbs. Apesar de atacarem bem iscas artificiais, como plugs de meia água, colheres e jigs, eles são pescados mais frequentemente com iscas naturais, como peixes (geralmente inteiros) e lulas e caranguejos. Como os pargos possuem dentes cortantes, deve-se também reforçar o líder.

Tamanho Máximo: 1.39 mts ; 60.00 kg

Pungo - Argyrosomus hololepidotus

 

Encontrado próximo dos estuários, fundos rochosos, praias oceânicas e no alto-mar a profundidades de 150m.
O Pungo alimenta-se de uma variedade de peixes, moluscos e crustáceos.
Dentre as modalidades da pesca desportiva, a de lançamento (costa) é a mais praticada para a sua captura, usando iscas que se situam junto ao fundo, ou a meia-água. As iscas mais eficientes são sem dúvida as lulas e o choco.

Tamanho Máximo: 2.00 mts ; 71.00 kg

Barracuda - Sphyraena afra

 

Um lutador feroz, a Barracuda é considerada perigosa deivdo a sua tendência para golpear objectos brilhantes (que confunde com peixes) e a sua abilidade de causar sérios danos dentro ou fora da água, através de seus dentes extremamente afiados. Já aconteceram casos em que a Barracuda tivesse atacado nadadores e mergulhadores, mas tais incidents são pouco comuns. É também um peixe perigoso de se comer, porque faz parte de uma lista dos peixes marinhos que causam ciguatera quando ingeridos, embora os peixes pequenos não sejam aparentemente venenosos. Nem todas as barracudas causam ciguatera, mas não há nenhuma maneira segura ou de confiança de reconhecer peixes tóxicos.
Para a pesca da Barracuda é indispensável o uso de um cabo de aço entre o anzol e a linha, uma vez que com um simples golpe ela é capaz de rebentar uma linha de nylon.

Tamanho Máximo: 2.05 mts ; 50.00 kg

Dourado - Coryphaena hippurus

 

Encontrado afastado da costa e por vezes perto da costa quando há uma subida na temperatura da água.
Alimenta-se de quase todas as formas de pequenos peixes, crustáceos e lulas.
Geralmente ele anda em cardume. A sua pesca é praticada quase que, exclusivamente, no corrico. E as iscas artificias mais utilizadas são os plugs de meia-água e as lulas.
Uma boa indicação da presença de dourados é o "lixo" proveniente dos rios e outros objectos flutuantes.
A captura de dourados é muito emocionante devido a sua força e saltos espectaculares.

Tamanho Máximo: 2.10 mts ; 40.00 kg

Macoa - Caranx hippos

 

A Macoa é quase sempre encontrada em cardumes viajando a grande velocidade, embora os adultos desta espécie são na sua maioria solitários.
Alimentam-se principalmente de pequenos peixes, camarões e outro invertebrados.
Predominam em áreas de mar aberto, embora muitas das vezes são encontradas na fozes.

Tamanho Máximo: 1.24 mts ; 32.00 kg

Atum Yellowfin - Thunnus albacares

O Yellowfin é um peixe oceânico que habita em águas onde a temperatura varia entre 18 a 30°C. São normalmente encontrados a partir dos 100m de profundidade.
Os yellowfin andam quase sempre em grandes cardumes. A sua tendência para se juntar a peixes do mesmo tamanho é maior do que a de se juntar a peixes da mesma espécie, por isso encontramo-los várias vezes misturados com outras espécies de tunídeos.
Os yellowfin são atraídos por objectos flutuando a superfície.

Tamanho Máximo: 0.00 mts ; 200.00 kg

Peixe Prata - Megalops atlanticus

Para muitos pescadores em todo o mundo, o Prata é o troféu mais sonhado. O tamanho descomunal que atinge, a força, a incomparável beleza e os incríveis saltos, de até dois metros fora da água, são apenas alguns dos atributos que tornam este peixe tão desejado.
Frequenta águas costeiras, baías, estuários e rios.
É importante que o material para a sua pesca seja reforçado e que o pescador disponha de muita linha no seu carreto. Afinal, uma luta com um grande Prata pode durar horas.
As iscas mais utilizadas para a sua captura são peixes vivos, como tainhas e sardinhas. Algumas artificiais também dão um bom resultado. As mais usadas são jigs, plugs de meia água e superfície, shads e as especialmente desenvolvidas para a pesca do Prata.

Tamanho Máximo: 2.50 mts ; 161.00 kg

Wahoo - Acanthocybium solandri

Os Wahoos habitam em águas tropicais e subtropicais, podendo migrar para áreas de águas temperadas no verão.
Wahoos tendem a ser solitários, podendo por vezes aparacere em pequenos e dipersos cardumes.
O Wahoo é um peixe muito rápido, chegam a atingir velocidades de até 110 km/h (60 mph), são por isso capazes de preseguir vários tipos de presas.

Tamanho Máximo: 2.50 mts ; 83.00 kg

Marlin Azul do Atlântico - Makaira nigricans

 

Atingindo 5 m de comprimento e cerca de 600 Kg de peso, o Marlin azul é o mais sonhado troféu da pesca oceânica. A sua força, o seu tamanho, os saltos espetaculares e o comportamento durante a luta são os principais atributos que o tornam tão cobiçado.
As iscas mais utilizadas são bonitos, atuns e farnangaios. Dentre as artificiais, as mais eficazes são as grandes lulas. Alimenta-se, predominantemente, de bonitos, atuns, peixes voadores, lulas e até pequenos dourados.

Tamanho Máximo: 5.00 mts ; 820.00 kg

Marlin Branco - Tetrapurus albidus

Muito semelhantes aos marlins azuis, os marlins brancos são mais pequenos: eles atingem a marca de três metros de comprimento e uma média de 25 Kg, alcançando raramente 70 Kg - embora o seu recorde tenha sido 72,5 Kg. Isso, entretanto, não torna o desafio de sua captura menor. Eles são muito valentes e não se entregam facilmente. Sua luta é repleta de saltos, que fazem a pesca ainda mais bela e inesquecível.
Os marlins brancos nadam na região de encontro das águas das correntes marítimas com as da plataforma continental, e são encontrados nas águas quentes do Atlântico. A parte mais alta da sua barbatana dorsal é arredondada e não pontiaguda como as das outras espécies de marlins. A sua cor é azulada, mudando gradualmente para o prateado, e não apresenta marcas pretas. A sua linha lateral é evidente. Entre os seus alimentos preferidos estão os peixes pelágicos, como pequenos dourados e atuns, bonitos, lulas e peixes voadores.

Tamanho Máximo: 3.00 mts ; 82.50 kg

Veleiro do Atlântico - Istiophorus albicans

Normalmente ocorre nas camadas superiores de águas quentes, mas também são capazes de descer a grandes profundidades.
Quase sempre migra para águas costeiras. Surge ocasionalmente em cardumes ou em pequenos grupos de 3 a 30 individuos, mas também ocorrem em agregados dispersos sobre uma grande área.
Alimenta-se principalmente de pequenos peixes, e organismos do fundo do mar.

Tamanho Máximo: 3.15 mts ; 64.00 kg

Barbudo - Polydactylus quadrifilis

 

É uma espécie de peixe actinopterígeo pertencente à família Polynemidae. De interesse comercial que habita a região tropical, no Atlântico Oriental, em águas salobres de estuários e lagoas.
Alimenta-se de crustáceos e peixes.
Ocorre normalmente em águas pouco profundas, sobre fundos lodosos (ex: estuários). Alimenta-se principalmente de outros peixes e alguns crustáceos.

Tamanho Máximo: 2.00 mts ; 75.00 kg

Galo - Selene Vomer

 

Peixe de superfície; vive em grandes cardumes; os exemplares pequenos e médios são comuns em baías e estuários. Alimenta-se principalmente de peixes e crustáceos. Iscas naturais como minhoca de praia, pedaços de camarão morto e sardinhas. Iscas artificiais como jigs branco e amarelo.
Peixe de escamas que chama bastante atenção pelo formato único de seu corpo, extremamente achatado, lembrando uma folha de papel. Corpo muito alto e muito comprimido com nadadeiras pélvicas muito pequenas. Linha lateral com uma série de espinhos na porção posterior, antes do pedúnculo caudal. Coloração prateada, sendo o dorso verde azulado, os flancos são mais claros e o ventre esbranquiçado.
A carne é de boa qualidade.
Ocorrência – todo o litoral Angolano.
Hábitos – forma grandes cardumes.
Alimentação – carnívoro predador e se alimenta de pequenos peixes, crustáceos e moluscos.

Corvina - Micropogonias Furnieri

 

Peixe de escamas com corpo alto, ligeiramente comprimido, com o ventre achatado. Boca voltada para baixo. Pré-opérculo fortemente serrilhado. Coloração prata clara com reflexos arroxeados, podendo apresentar listras longitudinais pretas ao longo do corpo, especialmente nos indivíduos jovens. Possui alguns pares de pequenos barbilhões na mandíbula. As fêmeas atingem comprimentos maiores que os machos.
Podem viver por 40 anos.
Habitat – espécie costeira. Vive nos fundos arenosos ou barrentos, de preferência em profundidades até 100m. Os jovens e alguns adultos frequentam os manguezais e estuários. Também pode entrar na água doce.
Alimentação – crustáceos e peixes.

Enchova - Pomatomus Saltatrix

 

Peixe de escamas também conhecida como anchova, com corpo alongado, fusiforme e comprimido, podendo atingir cerca de 1,5 m de comprimento e passar a marca dos 20 kg . Cabeça é grande e a boca larga com a mandíbula saliente. Os dentes são afiados. A coloração é azulada no dorso e prateada nos flancos e ventre. Carne excelente. Possui grande importância para a pesca industrial.
Habitat – ao redor das ilhas mais afastadas da costa, freqüentam as águas agitadas das regiões mais profundas dos costões rochosos que se projetam para dentro do mar, onde ficam a espera das presas.
Hábitos – se aproxima mais da costa nos meses de inverno. Alguns exemplares se isolam dos cardumes e passam a ter hábitos mais sedentários, recebendo, por isso, o apelido de marisqueiras. Os indivíduos jovens formam grandes cardumes, mas, a medida que crescem, tendem a se isolar.
Alimentação – extremamente voraz, ele pode chegar a ingerir o dobro do seu peso em um só dia. Suas presas prediletas são pequenos peixes. Se alimenta bem próximo das pedras, no local da arrebentação das ondas. Grandes predadoras e destruidoras, são capazes de comer mais de duas vezes o seu peso por dia e mesmo quando saciadas continuam a atacar as presas que lhe chegam perto, como sardinhas e paratis, mordendo-as sem parar.
Reprodução – na época reprodutiva, os cardumes migram para o alto mar, para fora da plataforma continental, onde desovam.
Ameaças – pesca predatória, destruição do habitat e poluição.

GAROUPA (Epinephelus marginatus)

Peixe de escamas pequenas com corpo, cabeça e boca grandes. Pedúnculo da nadadeira caudal curto e grosso. A coloração varia em tons pardos, mais escuros no dorso, com manchas espalhadas pelo corpo em alguns indivíduos. O ventre é amarelado. As nadadeiras são arredondadas, escuras com a margem clara. Medem de 30 cm a 60 cm de comprimento, podendo atingir até um metro superando a marca de 60 Kg . Como a carne é de excelente qualidade, tem grande importância comercial.
Habitat – espécie costeira de locais profundos, com fundos pedregosos e de corais abrigadas em tocas. Eventualmente pode ser encontrada em estuários.
Ocorrência – todo o litoral Angolano.
Hábitos – tem o hábito de se entocar. É bastante manso e curioso, permitindo até mesmo a aproximação de mergulhadores. Vivem solitárias ou em grupos de 2 ou 3 indivíduos. Peixes territoriais, defendem vigorosamente seu espaço da aproximação de outros peixes. Costumam sair da toca apenas para se alimentar ou afugentar um intruso, voltando rapidamente ao menor sinal de perigo.
Alimentação – peixes, lagostas, camarões, ouriços, moluscos e lulas. Extremamente vorazes, engolem suas as presas inteiras.
Ameaças – foi e é muito caçado, tendo desaparecido de muitos pontos do litoral Angolano. Poluição e destruição do habitat também são grandes ameaças.

Viola - Rhinobatos percellens

 

Vive em águas costeiras, onde se alimenta de preferência de pequenos crustáceos. Sua boca é maior que a maioria das raias.
Características – corpo em formato de cunha com o focinho pontudo e a cauda grossa e alongada. O dorso é marrom, o corpo pardo-claro com pintas esbranquiçadas e o ventre esbranquiçado. Nadadeiras peitorais e pélvicas de cor marrom claro marginadas de azul, o mesmo que as bordas do corpo por detrás das nadadeiras pélvicas. Normalmente medem em torno de 1 m, podendo alcançar até mais de 2 m. As fêmeas são maiores que os machos.

Habitat – costeira de águas rasas, podendo, entretanto, chegar a até 100 metros de profundidade. É encontrada junto ao fundo, normalmente arenoso, ou pequenas pedras.
Ocorrência – toda a costa Angolana.
Alimentação – crustáceos, moluscos e pequenos peixes.
Reprodução – ovovivípara, produzindo de 4 a 8 filhotes a cada gestação.
Predadores naturais – tubarões

Raia Bicuda - Dasyatis americana

 

Características – também conhecida como raia manteiga, é um peixe cartilaginoso com corpo achatado em forma de disco mais angular do que em outras espécies de raias. Cabeça apresenta elevação característica. Possui um aguilhão na cauda sendo uma das espécies peçonhentas do litoral brasileiro. Seu veneno, segundo relatos, pode até matar um homem. A cauda que pode alcançar comprimento duas vezes maior que o corpo . Possuem fileiras múltiplas de dentes relativamente uniformes em relação ao tamanho, com exceção dos dentes um tanto menores localizados nos cantos exteriores da boca. As fêmeas e os machos imaturos têm os dentes tetragonais com cantos arredondados. Pode atingir 2 m de largura e pesar até 120 kg . A coloração dorsal varia entre o cinzento, verde escuro e o marrom. A coloração ventral é predominantemente branca com a coloração dorsal invadindo frequentemente sobre as bordas do disco na superfície ventral.
Habitat – águas rasas, geralmente em áreas coralíneas e arenosas. Embora prefira alta salinidade, pode frequentar ambientes de água salobra e até subir rios. Comuns em baías e estuários.
Ocorrência – toda a costa Angolana.
Hábitos – bentônica, geralmente é encontrada solitária, deitada no fundo e parcialmente coberta de areia. Alimenta-se, principalmente à noite. Quando não molestada, é totalmente inofensiva.
Alimentação – moluscos bivalves, vermes, crustáceos e pequenos peixes.
Reprodução – machos sexualmente maduros com 50 cm e fêmeas com 75 cm . Ciclo reprodutivo bianual. Vivíparos.
Predadores naturais – tubarões e outros peixes de grande porte.

Baiacu - Lagocephalus laevigatus

Não possui escamas. A coloração do dorso é variável, indo do verde-amarelado ao azul-acinzentado. São brancos na zona lateral e ventral, onde apresentam pequenos espinhos. A boca é pequena e em posição terminal. Os maxilares têm a placa dental dividida ao meio. Não são considerados tóxicos ou venenosos, podendo ser consumidos sem riscos de envenenamentos, pois seus músculos e outros órgãos viscerais possuem um nível de TTX (tetrodotoxina) residual e, portando, rapidamente excretável pela urina . Sua carne é muito apreciada.
Habitat – áreas costeiras, sobre fundos de areia ou lama, em profundidades entre 10 e 180 m.
Ocorrência – em todo o litoral Angolana
Hábitos – pelágicos em pequenos grupos ou solitários. Quando perturbados, ingerem água que é mantida sob pressão no estômago ou em uma invaginação do mesmo, por meio de dois esfíncteres: cardíaco e pilórico, ou por um esfíncter da própria invaginação, tornando-se globulares. Durante a exposição ao ar, esses peixes também podem inflar e após retorno à água, o esvaziamento é promovido pela ação combinada dos esfíncteres e da musculatura abdominal.
Alimentação – peixes e camarões
Reforçar o lider com um cabo de aço devido aos fortes dentes dianteiros